Scott.
O barulho de uma buzina de carro na rua me fez acordar
assustado. Eu não me mexi muito, na verdade, só abri os olhos e notei meu
coração acelerado. De olhos abertos encarei a parede azul clarinho que estava a
poucos centímetros do meu nariz. Ela parecia gelada. Fiquei preocupado com a
hora, tinha compromisso pela manha logo cedo. Olhei pro céu pela janela e ele
estava cinzento. Chovia pouco, mas constantemente naquele dia. Pensei em
levanta e olhar as horas, mas me deu uma preguiça enorme. E eu não queria
acordar a doce criatura que estava deitada ao meu lado, provavelmente sonhando
com algo bonito. Tentei olhar as horas no relógio TARDIS que tenho do outra
lado do quarto, mas estava muito distante. “Quer saber... Foda-se!”, pensei, e
voltei a deitar com um pouco de frio. Como eu e Scott estamos dividindo uma
cama de solteiro e o mesmo lençol, eu pensei que seria melhora abraça-lo pra
evitar que ele sentisse frio também, e foi o que eu fiz. Eu não tinha qualquer
intenção de iniciar qualquer coisa entre a gente naquele momento. Eu realmente
não queria acorda-lo de maneira alguma, mas ao abraça-lo, eu acidentalmente
passei a mão por cima do seu short e vi que ele estava bastante excitado. Isso
fez com que meu pau ficasse duro na hora. Eu tentei segurar a excitação e
voltar a dormir, mas não estava mais com sono. Tentei ficar quieto, abraçado
com Scott, mas a curiosidade me fazia passar “Acidentalmente” outra vez minha
mão em seu short para saber se ele ainda estava ereto. E estava! Eu parei de
brincar e enfiei minha mão dentro do seu short e segurei aquele pau que estava
incrivelmente duro. Ele nem se mexeu. Eu comecei a bater uma punheta pra ele,
porque aquilo estava me dando um tesão absurdo. Enquanto o masturbava eu
esfregava meu pau em sua bundinha. Nesse momento eu já estava louco para que
ele acordasse e a gente pudesse trepar como fizemos na noite passada, mas eu
não ia esperar ela acordar. Tirei minha cueca, que era a única coisa que usava
e também baixei o short dele. Eu não queria fazer qualquer coisa com ele
dormindo, até porque o Scott é tão participativo no sexo... Comecei a alisa-lo
enquanto empurrava meu corpo nu contra o seu também nu. Scott era branquelo e
bem magro, mas era meu tipo de garoto. Ele tinha músculos definidos na barriga,
nos quais eu adorava passar a mão, e tinha um cabelo longo e preto que eu
adorava cheira e puxar nas horas mais legais. Ele não tinha muitos pelos, o que
eu gostava bastante. Eu adorava arranhas suas pernas e apertar sua bunda, dar
um tapa ou outro enquanto o chamava de safado. Isso o deixava com um tesão
imenso. O mesmo acontecia comigo naquele
exato momento. Como ele não acordava, decidi começar sem ele mesmo. Parei de
punhetar aquele pau, que não era tão grande, mas era na medida. Devia ter seus
17 centímetros e era um pouco grossinho, mas nada exagerado. Tudo combinava em
Scott. Cuspi na minha mão e lubrifiquei meu pau bastante, fiquei o esfregando
na porta do cuzinho de Scott pra a gente ir se acostumando com a ideia. Eu já
estava completamente em ritmo de sexo e não mais de preliminares. Segurei seu
cabelo com força, já na intenção de acorda-lo mesmo e com a outra mão voltei a
segurar seu pau com bastante força. Eu o senti desconfortável, e notei que ele
já começava a acordar. Dei leves mordidas no seu ombro, nuca e lambi sua
orelha. Falei baixinho mas com um tom meio bruto no seu ouvido: - Acorda, vai.
Acorde que eu quero te comer todinho hoje. Eu ouvi ele gemer e isso foi o start
para começar a beija-lo, mesmo que na orelha. Eu beijava sua orelha enquanto ele
aos poucos ia acordando e se espreguiçando e gemendo. Beijava seu ombro, lambia
sua nuca, mordia suas costas... Finalmente ele acordou e se virou pra mim. Ele
me olhou nos olhos e sorriu. Scott é um dos garotos mais lindos com quem já
sonhei. Ele tem olhos grande mais
puxadinhos como os de um asiático, tem um rosto lisinho, a sobrancelha
perfeita, um narigão que eu acho lindo e um beijos que me tira o folego. Ele me
beijou com força e fome e eu o retribuir empurrando sua cabeça contra a minha
enquanto ainda tinha seus cabelos entrelaçados nos dedos da minha mão. Eu agarrei sua bunda e o jogue para cima de
mim, enquanto ele me beijava eu acariciei seu cu com meus dedos, mas sem
penetra-lo, só pra deixa-lo com mais tesão. Ele continuou me beijando encima de
mim, mordendo meus lábios e chupando minha língua. Eu afastei sua cabeça da
minha lhe puxando pelos cabelos, ele fez uma cara de dor que eu adoro ver.
- = Me chupa. – Falei.
Ele não precisou pensar. Me beijou outra vez e foi beijando
meu peito, minha barriga, até chegar no meu pau. Ele agarrou meu pau com uma
das mão com força e cuspiu nele, depois começou a lambe-lo. Lambia do meu saco
até a cabeça do meu pau, até deixa-lo bem babado. Era assim que ele gostava de
chupar. Uma vez que deixou meu pau completamente coberto por saliva ele começou
a me chupar de verdade. Scott me chupava lentamente, como se estive beijando
meu pau. Eu adorava quando ele fazia isso, era o jeito mais carinhoso que já
havia experimentado. Ele me chupava com calma e ao menos tempo me olhava com
aquela cara de safado que me deixava completamente louco por ele. Ele segurou
meu pau com uma mão e começou a lamber sua cabeça, que estava bastante vermelha
de tanto ele prender o sangue, as vezes ele dava um mordidinha, ou deixava
roçar o dente. Fazia isso só pra me provocar, é claro. Eu segurei sua cabeça com
as duas mãos, uma delas ainda com dedos embaraçados em seus cabelos e comecei a
foder sua boca como eu adoro, mas isso não durou muito tempo, ele não curtia
muito. Ele largou meu pau e voltou a me beijar, sentou no meu colo e começou a
rebolar de olhos fechados. Ele fechava os olhos pois tinha vergonha as vezes,
eu achava isso muito fofo no Scott. Ter aquele garoto lindo rebolando no meu
colo, gemendo e passando a língua nos lábios estava me deixando louco. Meu pau
já estava bem lubrificado com a saliva do Scott, então eu tentei ajeitar ele
naquele cu gostoso enquanto ele rebolava, mas não deu certo. Então de agonia,
eu o agarrei pela cintura e o joguei na cama, invertendo nossas posições. Com
ele deitado na cama, abri suas pernas, coloquei seus pés apoiados no meu ombro
enterrei meu pau no seu cu estupidamente aconchegante. Eu não foi carinhoso como costumava ser
quando fazia sexo com ele. Ele estranhou e se contorceu todo na cama, mas eu
não estava ligando. Me aproximei dele e mandei ele ficar caladinho enquanto eu
o comia de verdade. Ele apenas sorriu. Eu comecei a bombar forte no cu dele
esperando que ele fosse me pedir para parar, mas ele não pediu. Ele gemia e me
beijava e dizia coisa como: Isso e vai... Sempre muito sexy. Depois de o ter
comido bastante naquela posição ele falou: “- Me come de quatro que eu quero
gozar.” Não precisou pedir duas vezes, o coloquei de joelhos na cama e com as
mãos apoiadas na janela, com vista pra rua e pra chuva fina que caia. Segurei
ele pelo cabelo mais uma vez e puxei sua cabeça para trás, lambi sua orelha e
falei pra ele que o achava lindo enquanto, lentamente, enfiava meu pau em seu
cu mais uma vez. Eu sei o que fazer quando ele quer gozar, basta continuar
mordendo sua orelha, bombar um pouco rápido no seu cu e punhetar seu pau
intensamente ao mesmo tempo. Foi o que fiz. Primeiro meti devagarinho e ele
gemeu bem gostoso, depois fui aumentando a velocidade e ele pareceu engolir o
gemido e começou a contorcer o corpo, dai comecei a bombar mas rápido, mas com
menos força e ele já gemia numa frequência que eu sabia que estava perto de
gozar. Comecei a masturba-lo mais
intensamente e a enfiar a minha pica mais fundo em seu cu. Ele, com uma das
mãos, agarrou minha perna e tentava me puxar pra mais próximo dele, como se
estivesse pedindo para meter mais fundo. Foi o que fiz; comecei a meter mais
fundo e com mais intensidade. Ele soltava gemidos contínuos de “Ai” e “Isso”.
Puxei seu cabelo mais uma vez pra trás, meti no seu cu com força, mordi sua
orelha e segurei sua cintura empurrando seu corpo contra o meu. Ele deu um
gemido quebrado, eu senti seu cuzinho se contrair no meu pau, vi sua mão
apertar com força a grade da janela e senti seu pau jorrando porra para todo
lado. Ele gozou muito na parede onde a cama ficava encostada e um pouco nos travesseiros. Seu corpo ficou
molenga e ele arriou-se na cama tentando recuperar o folego. Eu joguei o
travesseiro melado para fora da cama e deitei ao seu lado, o beijei e comecei a
me masturbar de um jeito que ia me fazer gozar rápido. Ainda estava com muito
tesão. Ele me beijou de volta e depois encarou o teto enquanto eu me
masturbava. Eu estava chegando no meu ápice
quando soltei um gemido falando: “- Ah, eu vou gozar!”. Scott olhou pra
mim, me deu outro beijo delicioso, lambeu meus lábios e tirou minha mão do meu
pau e começou a bater punheta pra mim. Ele segurou meu pau como da ultima vez e
se posicionou entre minhas pernas, levantando uma delas para apoiar sua cabeça.
Começou a me chupar no ritmo lento que ele sempre fazia, mas me masturbava de
maneira rápida. Sua outra mão segurava
minha perna levantada, como se a estivesse abraçando. Aquilo estava me deixando
muito louco, eu estava a segundos de gozar pra caralho. Eu coloquei as mãos em
seu cabelo, dessa vez não pra puxar mas pra fazer carinho e ele empurrou todo o
meu pau dentro de sua boca e garganta, quando voltou com seus lábios até a
cabeça eu não pude mais segurar e com um grunhido intenso acabei gozando
bastante dentro da boca dele, tanto que um pouco escorreu pelo canto de sua
boca. Ele deu beijinhos carinhos no meu
pau, uma ultima lambida, como se estivesse tentando limpa-lo e saiu em direção
ao banheiro. Ainda sem folego e me contorcendo enquanto me recuperava do gozo,
olhei para o céu cinzento pela janela. A chuva tinha ficado mais grossa, e o
frio aumentara. Dormi! Acordei. Fim do sonho e do meu momento inesquecível com
Scott.
Ravi Aynore.
Arrocha Tchê.