segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Esse blog já foi mais romântico. 1/3

Na ultima noite eu tive três sonhos diferentes, mas que se tratavam da mesma coisas. Esse é o primeiro deles.


Danilo

Eu estava em minha cama de solteiro no meu quanto, quando abri os olhos encarei a parede azul manchada com um pouco de giz de cera laranja. Eu sempre acordo olhando pro mesmo lugar. Olhei pela janela e já era quase dia, o sol  ainda não tinha aparecido, mas logo iria iluminar o céu trazendo a manhã por completo. Eu odeio a manhã! Olhe pro meu outra lado da cama e lá estava ele, Danilo. Danilo é o melhor dos meus sonhos eróticos, desde que acabamos o namoro, toda vez que vou sonhar uma safadeza eu mesmo faço questão de que ele tenha sua participação, mesmo que breve. Nunca fui de me masturbar pensando nele, por ter sido meu relacionamento mais longo, as vezes acho que é estranho, como se estivesse lhe faltando com o respeito. Então toda a minha tensão sexual que ainda sentia por Danilo ia parar nestes tais sonhos eróticos. De volta ao sonho, fechei a janela do quarto impedindo que a luz do dia que nascia iluminasse seu interior. Deixei apenas uma frestinhas, para que corresse um fio de luz e nós não ficássemos completamente no escuro.  Essas janelas com 100% de black-out, sabe como é.  Me virei de lado e encostei minha cabeça no travesseiro outra vez. Dessa vez, eu e Danilo, estamos de conchinha na cama. Me cobri com o mesmo lençol que ele estava usando e o abracei e beijei seu ombro. A gente se encaixou tão perfeitamente, que meu pau encostou certinho na bunda dele e isso fez com que eu tivesse uma ereção instantânea. Eu não queria acorda-lo e nem queria desperdiçar o boner, então eu fiquei esfregando de leve o meu pau em sua bunda. Aquilo estava me dando um tesão danado, claro. Pensei e tirar meu pau pra fora, baixar sua cueca e acorda-lo com um suprisse-but-sex, mas preferi não fazer nada disso. Fiquei viçando mais um pouco e comecei a fazer carinho em sua perna. Agora... Em contos eróticos geralmente tem aquele momento completamente aleatório onde a pessoas que esta escrevendo começa a descrever a pessoa com quem esta, certo? Mas eu não vou fazer isso, vou só dizer que o Danilo tinha pernas lindas e fortes, dessas que dá pra encher a mão na hora de acaricia. Então, agarrado nele, ainda passando meu pau duríssimo em sua bunda, comecei a acariciar aquela coxa com a mão cheia e a gemer de leve no ouvido dele. Ele meio que acordou e quis se mexer, mas eu falei em seu ouvido: - Continue dormindo, vá. Deixe que eu fico fazendo carinho em você. Vá dormi. – ele sorriu, se ajeitou um pouco, arrebitou mais a bunda, deixou ela bem grudadinha no meu pau e ficou quietinho na dele. Eu continuei alisando aquela coxa deliciosa, agora passando a mão entre uma perda e outra e empurrando meu pau mais forte contra a sua bunda. Quando movi minha mão um pouco mais pra cima, passei de raspão pelo seu pau que tava extremamente duro também.  Cara, como eu amo aquele pau! De todas as pessoas com quem fiquei, o pau de Danilo é, e sempre foi, o meu favorito. Ele é grande, grosso, roliço, marronzinho e ainda tem um sinal super charmoso na pele que cobre a cabeça. Passa a mão por aquele pau mudou completamente os meus sentidos. Desci de volta a minha mão e apertei com força o seu pau por cima da cueca branca que ele usava, empurrei minha pica mais forte em direção a sua bunda, ele deu um gemido e seu pau babou um pouco na cueca. Mudei de estratégia na hora. Sai de trás dele e o virei de barriga pra cima. Ele deu um daqueles sorrisos safados que só ela sabe dar, mas continuou quietinho, fingindo que estava dormindo.  Eu sentei ao seu lado e comecei a alisar aquele pau volumoso na cueca. Apertava um pouco em baixo, o que fazia a cabeça do seu pau pulsar, segurava suas bolas e dava leves balançadinhas e o pau dele ficava duas vezes mais duro, era uma coisa fora do normal. Sua cueca já estava quase toda babada, e ele mordia os lábios, mas sem fazer muitos movimentos para não se entregar e estragar a brincadeira. Eu puxei um pouco sua cueca para baixo e a ponta do seu pau já pulou pra fora. Eu coloquei de volta pra dentro da cueca, já que eu prefiro prolongar a provocação. Cai de boca em sua cueca branca, já um tanto babada pelo seu próprio pau, e comecei a lamber e morder aquele pau suculento por cima do tecido.  A ideia era babar bem mais aquela cueca até ele não suportar mais. Lambi sua virilha, seu saco, o corpo do seu pênis e guardava um pouco mais de saliva para babar a cabeça daquele pau. Não demorou muito até ele mexer as mãos e colocar todo aquela pau pra fora, mas o sacana fez isso de olhos fechados, se quer mudou a cabeça de posição. Encostei meu rosto perto do seu pau e ele começou a me bater com ele, como ele adora fazer toda vez que a gente transa.  Seria bom pra historia se eu soubesse quantos centímetros Danilo tinha de pau? Eu não sei ao certo quanto tem, não sou bom em medida, mas tinha lá pros 18 ou 19 cm, e era gorduchinho e pesado, o que deixavam os golpes bem mais interessante. Humedeci meus lábios e comecei a beijar o pau dele e ele começou a bater com aquela pica com forca na minha boca. Então eu afastei as mãos dele, tirei a cueca dele e deixei seu pau deitado em sua barriga. Me afastei um pouco para ver o quanto era bonito aquele meu ex-namorado, ainda mais assim, completamente nu, em minha cama,  com pouca luz e com o pau extremamente duro, todo entregue pra mim. Devagar me aproximei dele e fui lambendo seu pau desde as bolas até a cabeça, fui deixando ele bem babado, por que é assim que ele gosta de ser chupado. Depois de babar bem aquele pau, eu cai de boca chupando primeiro a cabeça, e depois descendo pro resto dele.  É impossível colocar todo aquele pau na boca, ao menos pra mim que não tenho tanta habilidade. Serio, eu tentei. Se fosse um outro ex-namorado meu, que tem mais molejo com essas coisas, talvez ele conseguisse. Então eu chupava aquele cacete todo babado enquanto Danilo gemia e rebolava na cama. Eu gosto tanto daquele pau, que eu podia passar dias inteiros só chupando ele, e Danilo não é desses caras que gozam rápido. Ele colocou as mão na minha cabeça pra forçar mais aquele pau na minha boca e pra ditar a velocidade que ele queria. Ele começou a foder minha boca com tanta força e tanta velocidade que não conseguia conter os gemidos altos. Ele já estava na beirada da cama, com as pernas escancaradas e com minha boca ainda em seu pau.  As vezes a gente dava umas paradas, ele se punhetava um pouco enquanto eu chupava seu saco, cuspia na cabeça do seu pau, lambia sua coxa toda... Depois voltávamos a repetir os movimentos de antes que ele estava achando muito gostoso. Como o pau dele estava babando muito, e ele estava se contorcendo bastante na cama eu imaginei que ele já estava perto de gozar, e eu estava com tanto tesão que eu queria muito gozar também. Tirei meu short e comecei a me masturbar enquanto o chupava. Um tempinho depois, peguei o pau dele com as duas mão, apertei com forca e comecei a punheta-lo dando leves chupadas na cabeça do seu pau. Ele foi a loucura.

-       Para amor, assim eu vou gozar.
-       É pra gozar mesmo. – Eu disse.
-       Mas e você? Eu quero que você goze também.

Então eu ajoelhei em sua frente e comecei a me masturbar com força, ele fez o mesmo ainda deitado. E ficou esfregando o pé no meu peito e na minha cara, o safado. Ele se masturbava com uma mão e com a outra apertava o bico do seu próprio peito. Eu com uma mão me punhetava e com a outra segurava seu pé perto do meu rosto. Ele começou a gemer mais intensamente, eu senti o mesmo tesão naquele momento, então coloquei o dedão do seu pé na minha boca e o chupei como se fosse a cabeça daquela pica e ele se contorceu todo e gozou na própria barriga. Eu abracei sua perna e lambi seu dedão outra vez, não consegui mais me conter e acabei gozando bastante em sua pernas e um pouco também em sua barriga. Ainda se recuperando do gozo deitei ao seu lado e lhe dei um beijo na boca. Ele sorriu pra mim e eu lhe sorrir de volta. Ele se levantou pra se limpar e eu me virei, encarando outra vez a parede azul com manchas laranjas. Fechei os olhos e o sonho acabou junto com esse conto. Só ficou mesmo a saudade.


Ravi Aynore

Arrocha Tchê.



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