terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Esse blog já foi mais romântico. 2/3

Scott.

O barulho de uma buzina de carro na rua me fez acordar assustado. Eu não me mexi muito, na verdade, só abri os olhos e notei meu coração acelerado. De olhos abertos encarei a parede azul clarinho que estava a poucos centímetros do meu nariz. Ela parecia gelada. Fiquei preocupado com a hora, tinha compromisso pela manha logo cedo. Olhei pro céu pela janela e ele estava cinzento. Chovia pouco, mas constantemente naquele dia. Pensei em levanta e olhar as horas, mas me deu uma preguiça enorme. E eu não queria acordar a doce criatura que estava deitada ao meu lado, provavelmente sonhando com algo bonito. Tentei olhar as horas no relógio TARDIS que tenho do outra lado do quarto, mas estava muito distante. “Quer saber... Foda-se!”, pensei, e voltei a deitar com um pouco de frio. Como eu e Scott estamos dividindo uma cama de solteiro e o mesmo lençol, eu pensei que seria melhora abraça-lo pra evitar que ele sentisse frio também, e foi o que eu fiz. Eu não tinha qualquer intenção de iniciar qualquer coisa entre a gente naquele momento. Eu realmente não queria acorda-lo de maneira alguma, mas ao abraça-lo, eu acidentalmente passei a mão por cima do seu short e vi que ele estava bastante excitado. Isso fez com que meu pau ficasse duro na hora. Eu tentei segurar a excitação e voltar a dormir, mas não estava mais com sono. Tentei ficar quieto, abraçado com Scott, mas a curiosidade me fazia passar “Acidentalmente” outra vez minha mão em seu short para saber se ele ainda estava ereto. E estava! Eu parei de brincar e enfiei minha mão dentro do seu short e segurei aquele pau que estava incrivelmente duro. Ele nem se mexeu. Eu comecei a bater uma punheta pra ele, porque aquilo estava me dando um tesão absurdo. Enquanto o masturbava eu esfregava meu pau em sua bundinha. Nesse momento eu já estava louco para que ele acordasse e a gente pudesse trepar como fizemos na noite passada, mas eu não ia esperar ela acordar. Tirei minha cueca, que era a única coisa que usava e também baixei o short dele. Eu não queria fazer qualquer coisa com ele dormindo, até porque o Scott é tão participativo no sexo... Comecei a alisa-lo enquanto empurrava meu corpo nu contra o seu também nu. Scott era branquelo e bem magro, mas era meu tipo de garoto. Ele tinha músculos definidos na barriga, nos quais eu adorava passar a mão, e tinha um cabelo longo e preto que eu adorava cheira e puxar nas horas mais legais. Ele não tinha muitos pelos, o que eu gostava bastante. Eu adorava arranhas suas pernas e apertar sua bunda, dar um tapa ou outro enquanto o chamava de safado. Isso o deixava com um tesão imenso.  O mesmo acontecia comigo naquele exato momento. Como ele não acordava, decidi começar sem ele mesmo. Parei de punhetar aquele pau, que não era tão grande, mas era na medida. Devia ter seus 17 centímetros e era um pouco grossinho, mas nada exagerado. Tudo combinava em Scott. Cuspi na minha mão e lubrifiquei meu pau bastante, fiquei o esfregando na porta do cuzinho de Scott pra a gente ir se acostumando com a ideia. Eu já estava completamente em ritmo de sexo e não mais de preliminares. Segurei seu cabelo com força, já na intenção de acorda-lo mesmo e com a outra mão voltei a segurar seu pau com bastante força. Eu o senti desconfortável, e notei que ele já começava a acordar. Dei leves mordidas no seu ombro, nuca e lambi sua orelha. Falei baixinho mas com um tom meio bruto no seu ouvido: - Acorda, vai. Acorde que eu quero te comer todinho hoje. Eu ouvi ele gemer e isso foi o start para começar a beija-lo, mesmo que na orelha. Eu beijava sua orelha enquanto ele aos poucos ia acordando e se espreguiçando e gemendo. Beijava seu ombro, lambia sua nuca, mordia suas costas... Finalmente ele acordou e se virou pra mim. Ele me olhou nos olhos e sorriu. Scott é um dos garotos mais lindos com quem já sonhei.  Ele tem olhos grande mais puxadinhos como os de um asiático, tem um rosto lisinho, a sobrancelha perfeita, um narigão que eu acho lindo e um beijos que me tira o folego. Ele me beijou com força e fome e eu o retribuir empurrando sua cabeça contra a minha enquanto ainda tinha seus cabelos entrelaçados nos dedos da minha mão.  Eu agarrei sua bunda e o jogue para cima de mim, enquanto ele me beijava eu acariciei seu cu com meus dedos, mas sem penetra-lo, só pra deixa-lo com mais tesão. Ele continuou me beijando encima de mim, mordendo meus lábios e chupando minha língua. Eu afastei sua cabeça da minha lhe puxando pelos cabelos, ele fez uma cara de dor que eu adoro ver.
-          = Me chupa. – Falei.
Ele não precisou pensar. Me beijou outra vez e foi beijando meu peito, minha barriga, até chegar no meu pau. Ele agarrou meu pau com uma das mão com força e cuspiu nele, depois começou a lambe-lo. Lambia do meu saco até a cabeça do meu pau, até deixa-lo bem babado. Era assim que ele gostava de chupar. Uma vez que deixou meu pau completamente coberto por saliva ele começou a me chupar de verdade. Scott me chupava lentamente, como se estive beijando meu pau. Eu adorava quando ele fazia isso, era o jeito mais carinhoso que já havia experimentado. Ele me chupava com calma e ao menos tempo me olhava com aquela cara de safado que me deixava completamente louco por ele. Ele segurou meu pau com uma mão e começou a lamber sua cabeça, que estava bastante vermelha de tanto ele prender o sangue, as vezes ele dava um mordidinha, ou deixava roçar o dente. Fazia isso só pra me provocar, é claro. Eu segurei sua cabeça com as duas mãos, uma delas ainda com dedos embaraçados em seus cabelos e comecei a foder sua boca como eu adoro, mas isso não durou muito tempo, ele não curtia muito. Ele largou meu pau e voltou a me beijar, sentou no meu colo e começou a rebolar de olhos fechados. Ele fechava os olhos pois tinha vergonha as vezes, eu achava isso muito fofo no Scott. Ter aquele garoto lindo rebolando no meu colo, gemendo e passando a língua nos lábios estava me deixando louco. Meu pau já estava bem lubrificado com a saliva do Scott, então eu tentei ajeitar ele naquele cu gostoso enquanto ele rebolava, mas não deu certo. Então de agonia, eu o agarrei pela cintura e o joguei na cama, invertendo nossas posições. Com ele deitado na cama, abri suas pernas, coloquei seus pés apoiados no meu ombro enterrei meu pau no seu cu estupidamente aconchegante.  Eu não foi carinhoso como costumava ser quando fazia sexo com ele. Ele estranhou e se contorceu todo na cama, mas eu não estava ligando. Me aproximei dele e mandei ele ficar caladinho enquanto eu o comia de verdade. Ele apenas sorriu. Eu comecei a bombar forte no cu dele esperando que ele fosse me pedir para parar, mas ele não pediu. Ele gemia e me beijava e dizia coisa como: Isso e vai... Sempre muito sexy. Depois de o ter comido bastante naquela posição ele falou: “- Me come de quatro que eu quero gozar.” Não precisou pedir duas vezes, o coloquei de joelhos na cama e com as mãos apoiadas na janela, com vista pra rua e pra chuva fina que caia. Segurei ele pelo cabelo mais uma vez e puxei sua cabeça para trás, lambi sua orelha e falei pra ele que o achava lindo enquanto, lentamente, enfiava meu pau em seu cu mais uma vez. Eu sei o que fazer quando ele quer gozar, basta continuar mordendo sua orelha, bombar um pouco rápido no seu cu e punhetar seu pau intensamente ao mesmo tempo. Foi o que fiz. Primeiro meti devagarinho e ele gemeu bem gostoso, depois fui aumentando a velocidade e ele pareceu engolir o gemido e começou a contorcer o corpo, dai comecei a bombar mas rápido, mas com menos força e ele já gemia numa frequência que eu sabia que estava perto de gozar.  Comecei a masturba-lo mais intensamente e a enfiar a minha pica mais fundo em seu cu. Ele, com uma das mãos, agarrou minha perna e tentava me puxar pra mais próximo dele, como se estivesse pedindo para meter mais fundo. Foi o que fiz; comecei a meter mais fundo e com mais intensidade. Ele soltava gemidos contínuos de “Ai” e “Isso”. Puxei seu cabelo mais uma vez pra trás, meti no seu cu com força, mordi sua orelha e segurei sua cintura empurrando seu corpo contra o meu. Ele deu um gemido quebrado, eu senti seu cuzinho se contrair no meu pau, vi sua mão apertar com força a grade da janela e senti seu pau jorrando porra para todo lado. Ele gozou muito na parede onde a cama ficava encostada  e um pouco nos travesseiros. Seu corpo ficou molenga e ele arriou-se na cama tentando recuperar o folego. Eu joguei o travesseiro melado para fora da cama e deitei ao seu lado, o beijei e comecei a me masturbar de um jeito que ia me fazer gozar rápido. Ainda estava com muito tesão. Ele me beijou de volta e depois encarou o teto enquanto eu me masturbava. Eu estava chegando no meu ápice  quando soltei um gemido falando: “- Ah, eu vou gozar!”. Scott olhou pra mim, me deu outro beijo delicioso, lambeu meus lábios e tirou minha mão do meu pau e começou a bater punheta pra mim. Ele segurou meu pau como da ultima vez e se posicionou entre minhas pernas, levantando uma delas para apoiar sua cabeça. Começou a me chupar no ritmo lento que ele sempre fazia, mas me masturbava de maneira rápida.  Sua outra mão segurava minha perna levantada, como se a estivesse abraçando. Aquilo estava me deixando muito louco, eu estava a segundos de gozar pra caralho. Eu coloquei as mãos em seu cabelo, dessa vez não pra puxar mas pra fazer carinho e ele empurrou todo o meu pau dentro de sua boca e garganta, quando voltou com seus lábios até a cabeça eu não pude mais segurar e com um grunhido intenso acabei gozando bastante dentro da boca dele, tanto que um pouco escorreu pelo canto de sua boca.  Ele deu beijinhos carinhos no meu pau, uma ultima lambida, como se estivesse tentando limpa-lo e saiu em direção ao banheiro. Ainda sem folego e me contorcendo enquanto me recuperava do gozo, olhei para o céu cinzento pela janela. A chuva tinha ficado mais grossa, e o frio aumentara. Dormi! Acordei. Fim do sonho e do meu momento inesquecível com Scott.

Ravi Aynore.

Arrocha Tchê. 


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