quarta-feira, 14 de março de 2012


Eu nunca achei que fosse receber presente mais foda do que as flores de Vinícius Cibella ou as cartas de Wandson Rocha, mas PUTA QUE O PARIUUU!...

Eu não tenho palavras pra descrever.
Er...
As flores foram uma coisa tão inesperada que marcaram a minha vida de uma maneira que... eu não quero ganhar mais flores de mais ninguém na minha vida só pra quele se torne pra sempre um momento único. Eu me senti importante ali.

As cartas... eu não imaginava que alguém pudesse gostar de mim a ponta de desenhar linhas tão perfeitas e escrever coisas tão bonitas em milhões de folhas e traços e cores... Eu me senti incrivelmente querido quando li as cartas. Querido a ponto de alguém ter tido todo aquele trabalho só pra me contar o quanto gostava de mim.

MAS, PUTA QUE O PARIU.
HOJE FOI FODA.

Nas flores, nas cartas eu senti muitas coisas, mas que não sei se podem ser comparadas com o que eu to sentindo agora.

Acabei de receber uma carta de Beatriz Fernanda.
Uma carta linda, colorida de canetinha, cheia de imagens, letras de musicas e verdades absolutas que eu não consigo admitir pra mim mesmo, uma foto de nos dois, um coração vermelho, colada com esparadrapo e um puta de um carinho enorme maior que todo o amor desse mundo.
Eu não chorei nos outros presente, mas estou desabando com esse.
Importante, Sim.
Querido, muito muito.
Mas agora.
Necessário e AMADO.
Eu nunca me senti tão amado na minha vida como me sinto nesse exato momento.
Ah...
Eu só consigo olhar pra carta e pensar; CARALHO, RAVI, VOCÊ TEM TUDO ISSO E SE ATREVE A RECLAMAR?
Ah...
Eu sou assim, eu reclamo...
Eu nunca vou ser capaz de agradecer isso a altura, Bea.
Como não fui com Vine e não fui com o Wandson.
Mas... putamerda... eu não sei.
Tudo que eu tenho é pouco e vai sempre ser,
mas esse sorriso que você quis é seu pra sempre e sempre.
É meu único grande bem e se eu tiver que dá pra alguém que seja pra você.
De quebra leve meu amor, que é estranho, quebrado, mas é puta sincero, principalmente por você.
Nunca vou saber como me comportar diante disso.
Ah...
Obrigado, Bea.
As vezes a gente só precisa saber dessas coisas,
e você encontrou a melhor maneira de me mostrar.
Esse foi o seu abraço pra mim.
Quanto ao meu, você vai ter sempre que precisar.

Não sei qual a solução pra minha tristeza,
mas sei que independente dela vou ter 2 ou 3 amigos ao meu lado.
E isso, por mais clichê que seja, é verdadeiramente do caralho!

Brigado por ter me contado aquela historia sobre o menino japonês que morava longe no primeiro dia que a gente conversou.
Você era a menina louca pra tirar fotos
e eu o menino (bichinha promiscua) predestinado a me apaixonar loucamente por você.





Ravi Aynore.

Arrocha Tchê.

Nenhum comentário: