quarta-feira, 7 de março de 2012

Maria Gadu e outras coisas das quais não deveria falar.

Sonhei com o Wandson. Única maneira que me trás aqui de volta. Eu não vou falar de Lucas. Seria perda de tempo como foi Rabisco. Bla Bla Bla. Na historia dos meus relacionamentos Wandson é o que mais seria perda de tempo, mas eu nunca o vejo assim. A historia da minha vida. Eu sei quem seria capaz de me fazer esquecer. Ian! É não é Yann. É Ian. Gallagher! O ator também é lindo, mas ele é mais possível que o Ian, que é completamente impossível por que é um personagem. Acho que inventei essa possibilidade impossível só pra continuar under the influence of meu sentimento por Wandson. Acho que quero que dure pra sempre essa caricia terna que sinto por ele só por que, talvez, hoje ou algum dia passado, eu tenha aprendido a lidar. Mas um ruivo, branco, de sardas se tornou, completamente meu fraco. Mentira! Eu me rendo automaticamente a qualquer pessoa branca, de cabelo preto encaracolado, nariz grande e fala mansa. Foi assim com Nathan, que não vale a pena falar também. Tenho um fraco por sorrisos e cabelos a lá Maria Gadu também, ao que parecer. Cameron Monaghan o nome do guri que faz Ian. Eu não fiz as contas da idade ele pra não ficar na depressão. Enfim... Sonhei com o Wandson. Pow, que sonho gostoso. É legal falar do Wandson pra alguém novo, sabia? Alguém que ainda não tenha sacado minha dependência carente. O engraçado sobre Wan é que, em todas as minhas mentiras sobre quem eu sou, ele é sempre a pessoa que mais amo. É uma constante nas minhas diversas possibilidades. E Wan, se você estiver lendo isso, o fato de eu ter dito que você é o que mais amo não significa que vou ser infeliz e bla bla bla meu cu. Ok? Eu falei do Wandson pra Lucas outro dia. E você vai me perguntar se eu sou idiota falar de uma pessoa que eu gosto pra outra pessoa que eu to afim. Ei, eu nunca te disse que estava afim de Lucas. Talvez eu não esteja. Talvez eu não devesse ter posto um talvez nessa sentença. Talvez, Talvez, Talvez. Lucas não passa de um talvez na vida... dos outros, na minha é uma certeza, que eu não vou dizer pra vocês já não estragar a surpresa de ler os próximos posts. Certeza é de que eu já perdi muito tempo falando disso. O sonho! Um colégio, no maior estilo escola parque. Sabe, um colégio onde você se sente bem até as tampas. Essa é a escola parque. O clima lá esta sempre tão gostoso. Enfim... Escola Parque! Ele estudava lá, e eu fui visita-lo. Tinha esses intervalos entre uma aula e outra, ele saia da aula e a gente se encontrava no corredor. A gente não se agarrou nem nada, mas a gente ficava sentado um do lado do outro, conversando em um banco de pedra ou de madeira. Uma vez ele me deixou segurar sua mão. Foi bem bonito isso... Visualmente num sonho, eu digo. Foi bastante bonito de se ver, de se sentir, de se sonhar. E esse foi meu sonho. Acordei achando tudo lindo sobre Aracaju e como eu queria continuar mostrando isso tudo aqui pra ele. É a lua cheia. Eu to romântico. Eu deveria estar dormindo, mas Bia passou a tarde na casa de Lucas e eu fiquei com ciúmes. Nahhh, não ciúmes... Inveja! Queria ter alguém que eu fosse afim pra passar as tardes comigo. Acho que essa é a verdade sobre os talvez de Lucas e sobre minha necessidade de achar alguém pra passar tardes; eu não tenho sentido muita coisa, eu não tenho estado afim de mais ninguém. Então sou teu, Wandson Rocha. Sou teu, Ian Gallegher. Sou de ninguém. Nem de todo mundo. To solto por ai. Solto e perdido em Shimballaies e Shameless.

Ravi Aynore

Arrocha Tchê!

Meu medo é da mentira involuntária, dessas que a pessoa diz: “Não vou te deixar.” – Pouco antes de... Te deixar.

2 comentários:

Wandson disse...

acabei de sonhar que tava em um apartamento sozinho com o thomas, e agente descobria drogas no apartamento, como era pouco nãonos preocupamos a principio e o thomas até chegou a usar um pouco, depois de um tempo encontramos mais drogas muita mesmo, e de todos os tipo, eu fiquei desesperado, falando que se a policia aparecesse agentia ser preciso como traficantes, no começo thomas não queria ir, depois aceitou e iamos saindo, pegamos elevador que estava bem escuro depois de descer os primeiros andares já mais calmos, foi quando percebemos que tinha alguém no elevador, um homem estranho sem camisa, soltei um grito de pavor e descobri que era o dono do apartamento de drogas, agarrou o Thomas e disse que ele teria que pagar por ter consumido, e agente gritando chorando, conseguimos sair do elevador e ficamos numa sala grande e escura e lá ele ficou perseguindo agente até que eu acordei.

Aynore. disse...

Drogas, manolo.